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Doyon Medicina Diagnóstica.

A melhor imagem é você sorrindo.

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A Clínica Doyon tem ajudado a escrever a história de Tangará da Serra na área médica e consolidar a área da saúde com atendimento e a realização de exames e diagnóstico em imagem. Comprometida com a excelência no atendimento humano e técnico, para melhor auxiliar no diagnóstico e tratamento do paciente. A história da Clínica Doyon escrita em apenas sete anos, de muito trabalho, dedicação e perseverança conquistou muitas vitórias, sempre primando pelo compromisso, eficiência e a concentração de esforços.

Histórico

A Clínica Doyon iniciou suas atividades em 2001 quando o médico Luiz Carlos Medina chegou a Tangará da Serra com uma equipe de dois técnicos de Raio-X e equipamentos convencionais de diagnóstico e imagem, como radiologia geral, ultra-sonografia, tomografia, densitometria óssea e mamografia.

A equipe de profissionais deixou o Rio Grande do Sul – estado que já possuía uma excelente estrutura médica - para atender os pacientes do Mato Grosso. A trajetória de sucesso da clínica foi marcada por desafios e a busca por um ideal, ou seja, proporcionar atendimento de qualidade.

Proprietário de duas clínicas e sócio de outra, Dr. Luiz Carlos decidiu recomeçar a vida no interior do Brasil, assumindo novos desafios. Antes disso, em busca do diploma de pós-graduação em ressonância magnética, viajou com a família em 1998 para Paris, capital da França, e morou na cidade até 2000.

Neste período buscando experiência e capacitação trabalhou no Hospital Kremlin – Bi Cêtre. Na época o professor doutor Dominique Doyon que era chefe do serviço de neuro-radiologia tornou-se amigo da família de Luis Carlos Medina. Muitos foram os ensinamentos e uma vasta experiência adquirida na área médica durante a residência em Paris. Pela amizade que conquistou no exterior, homenageou o professor-doutor Dominique Doyon ao colocar o nome DOYON na clínica.

Pioneirismo na região e os desafios no MT

O Centro de Diagnóstico e Imagem Doyon, foi a primeira clínica desta categoria na região. Desde a inauguração a equipe de médicos e profissionais da área procuram oferecer a melhor qualidade em atendimento aos pacientes.

Atualmente, é a maior e mais moderna clínica de imagens do interior de Mato Grosso, colocando-se como a terceira no estado. Dentre a tecnologia, possui equipamentos de última geração e oferece serviços com resultados de alta precisão, tais como ressonância magnética de alto campo, mamografia e radiologia digital. Além disso, na clínica está instalado o Laboratório Alvim, uma nova alternativa com profissionais especializados para atender melhor os pacientes.

Para oferecer também maior conforto e atender a demanda, foram ampliadas as instalações da clínica e no novo projeto, outras especialidades médicas estão englobadas. A clínica oferece atendimento a Tangará da Serra e grande região.

Além disso, na Clínica está instalado o laboratório INDAP, onde nossos pacientes contam com profissionais especializados para atender nossos pacientes com a realização de exames laboratoriais e anatomia patológica, respectivamente.

Exames e Orientações

Veja os tratamenos, exames e procedimentos que a Doyon oferece.

Geração da Imagem Digital

A radiologia tem evoluído a ponto de hoje não nos limitarmos a simples análise de estruturas anatômicas, podendo acompanhar alterações funcionais (medicina nuclear) ou até mesmo realizar associações de técnicas, permitindo uma avaliação muito mais rica e completa.
Uma grande parcela deste avanço ocorreu devido a evolução concomitante dos processos de imagem e da computação da área médica.
GERAÇÃO E ARMAZENAMENTO DE IMAGEM
Para que um computador possa trabalhar com imagens, estas precisam ser digitalizadas. Inicialmente, a imagem é subdividida em uma grade de quadradinhos de igual tamanho chamado pixel, sendo que cada um está associado a um valor numérico de escala de raios X naquele ponto ou conforme a uma tonalidade de cinza que ele possui.
Os computadores usam uma forma de representação numérica chamada notação binária onde os números são representados por apenas 2 algarismos o 0 e o 1, sendo que os valores binários podem ser representados facilmente por ligado e desligado. Dois dígitos binários correspondem a um bit. O número de arranjos possíveis com esta configuração é de 2n onde n é o número de opções possíveis. Cada pixel tem um número de bits a ele associado. A nitidez está associada ao número de pixels daquela imagem (quanto maior o número, maior a nitidez) e o contraste está relacionado ao número de bits por pixel.
Em muitos centros a imagem ainda é armazenada em filmes, outras imagens como o ultra-som é armazenado em vídeo. Isso requer muito espaço e dificuldade na recuperação de dados. Vários empreendimentos foram desenvolvidos para este fim visando à economia de mão-de-obra de espaço etc. Podemos citar a fita magnética os discos ópticos, os cartões a laser…
O armazenamento de imagens digitalizadas também ocupa espaço, só que desta vez, da memória do computador. Neste contexto está envolvida a compactação da imagem. A compactação se divide com perdas (ou irreversibilidade) ou sem perdas (ou reversibilidade). Métodos sem perda permitem uma menor compactação dos dados, porém são mais fidedignos; métodos com perda permitem uma maior compactação, com baixo custo de estocagem e um menor tempo de transmissão mas há o risco de perda de detalhes da imagem original. Cada tipo de exame tem a sua exigência quanto ao tipo de compactação. Assim, a compactação com perdas de uma mamografia com microcalcificações pode ser inaceitável, enquanto a compactação de uma imagem de ultra-som onde se perde somente alguns dados de som é, em muitos, casos compatíveis.
Além disso, a imagem a ser analisada ou armazenada não vem sozinha, ela consiste em um cabeçalho e as informações do paciente. No cabeçalho se encontram informações sobre a largura e a altura da imagem, além do número de pixel e de bits por pixel, etc. Nas informações sobre o paciente estão inclusos os dados dos pacientes, os dados sobre o exame (local, data, intercorrências). Uma imagem de qualidade está relacionada não só ao contraste e nitidez como ao seu tempo de transmissão.
TRANSMISSÃO DE IMAGEM
A transmissão de imagens em redes faz parte do gerenciamento de informações em um hospital. Para que imagens sejam compartilhadas entre profissionais de saúde e que os dados possam ser vistos em múltiplos locais simultaneamente, é necessária a integração de estações de visualização distribuídas, bases de dados on line, sistemas de gerenciamento de imagens e redes locais de larga escala. Cabos coaxiais e fibras ópticas são os principais meios de transmissão em redes sendo os primeiros baratos e confiáveis, apesar de suscetíveis a interferências. As fibras ópticas oferecem um alto grau de confiança, não havendo problemas de interferência. O hardware necessário para o trabalho em redes deve estar de acordo com o sistema PACS desenvolvido e com o protocolo de comunicação de redes. Para garantir que uma larga variedade de equipamentos possam ser interligados com a rede e que os dados possam ser reconhecidos e interpretados corretamente em todos os modos da rede foi criado um formato padrão de dados de imagem chamado ACR- NEMA. Atualmente, este evoluiu para um novo padrão, amplamente adotado, chamado DICOM.
TEMPO DE TRANSMISSÃO
Uma imagem médica bidimensional tem um tamanho de Multibites, onde 2k é a taxa de variação das tonalidades. A resolução de uma imagem médica varia entre 256 a 2048 pixels. Só para fins de comparação, uma imagem de alta resolução possui uma taxa de 4096 pixels. Uma imagem médica de aproximadamente de 2000 pixels de resolução e de 8 a12 bites por pixel tem um tempo de transmissão de aproximadamente 30 min., por um modo convencional.
MODALIDADE DE IMAGEM
Na prática médica, uma modalidade de imagem perfeita é aquela que apresenta uma melhor resolução espacial e de contraste, ser de baixo custo, ser portátil, livre de risco, não ser invasiva e ter a capacidade de descrever as funções anatômicas e fisiológicas. Porém nenhuma modalidade satisfaz esses critérios, por isso existem várias e cada uma se adapta melhor a cada objetivo. Na imagem digital o problema mais encontrado é o de resolução espacial, sendo que para que este seja razoável são necessários vários bits tornando a imagem de difícil manipulação pelo computador.
ANÁLISE DE IMAGENS
Depois de uma imagem ter sido gerada é preciso que seja analisada. Atualmente o computador tem papel fundamental no enriquecimento da imagem, proporcionando uma melhor visualização.
RECONHECIMENTO DE IMAGEM
Como a interpretação de imagens radiológicas é complicada e demorada, alguns pesquisadores têm procurado desenvolver sistemas de ajuda à interpretação de imagens pelo computador. O sistema de análise de imagens pode sinalizar imagens anormais ou questionáveis para posterior interpretação pelo radiologista. Esse padrão de análise é dividido em 4 tarefas as quais são semelhantes ao do cérebro humano na compreensão de imagens, são eles: processamento global, segmentação, detecção de características e classificação.
Outros métodos usados no reconhecimento de imagens são técnicas de melhora à visualização do radiologista. Como exemplo pode-se citar o método de janelas utilizado na Tomografia Computadorizada, que permite um melhor reconhecimento pelo olho humano das diferentes nuances de tonalidades de cinzas da imagem. Outro método usado realça o contorno dos órgãos que é utilizado Ressonância Magnética, permitindo uma melhor visualização dos mesmos.
FUSÃO DE IMAGENS
A imagem radiológica tem a limitação de não revelar alterações funcionais do órgão sem que este apresente alterações anatômicas, o que não acontece com as imagens da medicina nuclear. Seria interessante então um método de fusão de imagens. Embora problemático isso possa ser feito pelo computador, pois o método de alinhamento é matemático. Por exemplo, a combinação do PET SCAN com a Tomografia Computadorizada que já forneceu informações preciosas na compreensão da esquizofrenia.
GERENCIAMENTO DE IMAGENS E INFORMAÇÃO
O manejo de informações dentro do hospital por meio de uma rede de computadores, inicialmente era feito através do Sistema de Informação Radiológica (RIS) que tinha como objetivo melhorar o gerenciamento do paciente, a geração e distribuição de relatórios, a facilitação dos recursos disponíveis, a localização dos filmes e as rotinas de funcionamento do setor de radiologia.
Na (década de 80 surgiu o PACS (Picture Archiving and Communication) que, com o seu desenvolvimento alcançado atualmente) permitiu a armazenagem de imagens em uma rede de computadores reduzindo o espaço físico requerido, o custo dos materiais e o trabalho manual necessário no manuseio dos filmes. Permitiu, ainda, a rápida recuperação de imagens e a alta velocidade de transmissão entre as redes.
Com a evolução das técnicas de armazenamento de imagens utilizando métodos de compactação, já exemplificados neste site, permitiram que as imagens fossem armazenadas de uma forma que fossem suficientemente nítidas para consulta futuras e que ocupassem somente o espaço necessário, reduzindo o custo deste processo.
Desta forma, o gerenciamento da imagem ficou mais simplificado, mais barato e sem comprometer a qualidade da assistência ao paciente.
 
Fonte: http://www.virtual.epm.br/material/tis/curr-med/temas/med5/med5t12000/tis/gerenciamento.htm acessado dia 04 de agosto de 2011 ás 9h e 32 min.
Fontes das Imagens: http://www.jornalmateriaprima.jex.com.br/geral/medicina+usa+tecnologia+de+ponta+em+campo+mourao acessado dia 04 de agosto de 2011 ás 10h e 20 min. http://www.imaginologia.com.br/extras/radiologista.htm acessado dia 04 de agosto de 2011 ás 10h e 24 min.

Ressonância Magnética

APLICAÇÕES DA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

Na Doyon, com um aparelho de última geração de campo fechado de 1,5 Tesla, permite um diagnóstico com muito mais rapidez e alta resolução na qualidade da imagem. Conta ainda com uma sala especial repleta de luzes com fibra ótica que trazem um bem estar ao paciente durante a realização do exame. É de extrema importância para o diagnóstico de patologias do sistema nervoso central, do sistema músculo-esquelético, do sistema vascular e dos demais órgãos e estruturas que compõe nosso organismo. Utiliza a combinação de campo magnético e ondas de radiofreqüência para produzir imagens com alta definição do corpo humano. A RM é um método que não utiliza radiação ionizante e produz imagens de altíssima resolução de praticamente qualquer parte do corpo humano. Tem a capacidade de cortar em todos os planos, axial, coronal, sagital ou oblíquo, além de múltiplas seqüencias com diferentes ponderações.Com um magneto de 1.5 T os aparelhos de RM estão preparados para os seguintes exames:

1. EXAME DO CRÂNIO - Este exame procura diagnosticar lesões da face, da base do crânio, cérebro, cerebelo, tronco-cefálico, órbitas, ouvidos, pares cranianos.
2. EXAME DA COLUNA - A coluna pode ser examinada por RM em toda a sua extensão, desde a junção crânio-cervical, até o cóccix.
3. SISTEMA MÚSCULO-ESQUELÉTICO - mão, punho, cotovelos, braços, antebraços, ombro, articulações coxo-femurais, coxas, pernas, joelho, calcanhar e pés.
4. TÓRAX - interessando pulmões, coração, mediastino e grandes vasos, particularmente a aorta torácica.
5. ABDÔMEN - No abdômen, examina-se, particularmente, os rins, baço, pâncreas, fígado, aorta abdominal e artérias renais.
6. PELVE - Útero e Anexos, bexiga, próstata.
7. PESCOÇO - No exame do pescoço, enfoca-se a traquéia, faringe, musculatura do pescoço, glândulas, linfonodos, artérias do pescoço e plexos braquiais.

PREPARAÇÃO PARA UM EXAME DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

O dia no qual o paciente vai fazer o exame de ressonância magnética (RM) deve ser um dia normal em sua vida. Deve comer normalmente e tomar seus medicamentos usuais.

Ao chegar na DOYON, nossa recepcionista vai rever brevemente sua história médica e os motivos que o levam a se submeter a este procedimento diagnóstico. Ela estará apta também para esclarecer todas as dúvidas relativas ao procedimento.

Pacientes com marca-passo cardíaco ou clips intracranianos para aneurismas cerebrais não podem ser examinados pela ressonância magnética. Gestantes até o terceiro mês de gravidez só podem se submeter a este exame se estritamente necessário.

Para tanto, deverá assinar um termo de responsabilidade pela decisão de realizar o exame. O paciente não deve entrar na sala de exame com seus pertences pessoais contendo metais com propriedades magnéticas, relógio, aparelhos de audição, telefone celular ou cartão de crédito.

O PROCEDIMENTO DO EXAME

Para a realização do exame, o paciente deve deitar em uma mesa especialmente desenhada para se deslocar dentro de um amplo magneto. Embora possa parecer um aparelho muito complicado, o procedimento da ressonância magnética em si é bastante simples e seguro.

Durante a realização do exame, que dura de 15 a 30 minutos, o paciente ouvirá uma série de ruídos emitidos pelo aparelho. Estes ruídos são normais e representam ruídos de ondas eletromagnéticas (ondas normais de rádio) que são responsáveis pelos sinais necessários a serem captados pelo computador, para reproduzir as imagens do corpo, imagens estas que serão examinadas pelos médicos à medida que elas vão aparecendo, quase que instantaneamente, nas telas dos computadores.

O paciente deve manter-se calmo e relaxado, durante o exame. Um sistema de áudio, colocado no paciente transmite a ele músicas de sua preferência, tornando sua permanência dentro do magneto o mais agradável possível. Um dispositivo sonoro colocado na mão do paciente pode avisar o médico e este interromperá o exame, caso ele se sinta desconfortável ou muito preocupado, durante o exame.

Excepcionalmente, o exame pode ser feito com o paciente sob anestesia geral inalatória. Estes casos são restritos apenas às crianças de baixa idade e adultos em condições clínicas que não permitem a colaboração adequada, e o objetivo da anestesia é evitar movimentos que prejudicam a qualidade do exame.

SOBRE O CONTRASTE

Em alguns casos, o exame deve ser complementado com o uso do "contraste". Este agente é uma substância química (Gadolinium - DTPA) que injetada na veia do paciente durante o exame, e em pequena quantidade, serve para realçar as imagens obtidas durante o exame, permitindo o diagnóstico diferencial das lesões.

Se o contraste é usado em um determinado paciente durante o exame, isto não significa que a condição clínica dele é séria, grave ou mais preocupante que a de outros pacientes que não usaram contraste. Isto significa, apenas, que o médico que está fazendo o exame necessita usar o contraste para definir melhor as estruturas anatômicas e os vasos sangüíneos da região que está sendo examinada, podendo chegar ao diagnóstico diferencial com maior segurança e precisão.

RESULTADOS E ENTREGA DO EXAME

As imagens obtidas durante a realização de um exame de ressonância magnética são em grande número. Dependendo do exame, chegam às centenas.

Elas são, em uma primeira etapa, analisadas pelo médico responsável pelo exame já à medida que vão aparecendo no monitor do computador.

Em seguida, elas são selecionadas e transferidas via digital ou DICOM, para uma câmera à laser que as imprime em películas próprias (à semelhança de filmes de raio x) para serem enviadas, juntamente com o laudo completo do exame, para o médico solicitante do exame.

Ao invés de películas, as imagens podem também ser colocadas em Cds. A avaliação de uma por uma destas imagens por parte do especialista é um processo complexo, muito delicado e requer tempo. Este é o fundamento de um laudo seguro.

Alguns resultados podem ser emitidos no prazo de uma a duas horas. Outros, necessitam de várias horas. Após consultar o médico responsável pelo exame, a recepcionista informará ao paciente sobre o prazo previsto, mas não definitivo, de entrega do resultado do exame.

Mamografia Digital

É uma radiografia (“raio-X”) das mamas, que consegue identificar alterações que de maneira geral visam detectar de maneira precoce o câncer de mama,e que com o auto-exame ou exame de seu médico, são imperceptíveis. A detecção da doença no estágio inicial, aumenta as chances de cura e controle, com maior êxito no tratamento..

Orientações para a marcação do exame

Este exame deve ser agendado com antecedência por telefone ou pessoalmente na clínica Doyon. Após a realização do mesmo as imagens serão analisadas pelo médico radiologista, que poderá, caso necessário solicitar o comparecimento novamente na clínica para realização de incidências adicionais. De maneira geral os resultados são entregues 2 dias úteis após a realização do exame.

1. Preparo

    • No dia do exame, não usar talco, desodorante ou creme nas mamas e na região das axilas.

 

2. Observações

    • Este exame é realizado somente com solicitação médica.
    • De preferência, recomenda-se marcar a mamografia do 5º ao 10º dia do ciclo menstrual - contando-se a partir do primeiro dia da menstruação -, pois as mamas são menos doloridas nesse intervalo, ou em período determinado pelo médico solicitante.
    • É necessário apresentar resultados anteriores, se houver.

 

3. Contra-indicação

    • Este exame não deve ser realizado em gestantes.

 

CONTRIBUIÇÃO DOS MÉTODOS DE IMAGEM PARA O DIAGNÓSTICO DO CÂNCER DE MAMA

Apesar da importância do exame clínico periódico das mamas, inúmeros esforços têm sido direcionados para a detecção do câncer antes deste tornar-se palpável, sendo a mamografia considerada o método mais eficaz no rastreamento do câncer em pacientes assintomáticas.

Preconiza-se a realização de mamografia de rotina a partir dos 35 anos. Nesta idade, realiza-se o primeiro exame (mamografia de base) que servirá de referência para os próximos e, à partir dos 40 anos, têm-se indicado a realização de mamografia anualmente.

O exame mamográfico é efetuado por técnico em radiologia especialmente treinado para realizá-lo, constando de duas incidências básicas, obtidas de cada mama em diferentes posições. Estas incidências são realizadas em equipamento específico denominado Mamógrafo.

Para se obter um exame de qualidade e que permita uma avaliação mais precisa das mamas é necessário que seja efetuada uma compressão das mamas para que o tecido mamário se espalhe a fim de definir com maior clareza qualquer alteração na sua estrutura interna.

Esta compressão, desde que realizada com os devidos cuidados, não causa danos internos ao tecido mamário. Porém, é natural que exista um desconforto durante o exame, uma vez que a glândula mamária é um órgão ricamente vascularizado e inervado, o que a torna altamente sensível ao toque.

Após obtidas as radiografias básicas, eventualmente são necessárias incidências complementares que auxiliarão o médico radiologista na interpretação do exame.

O câncer de mama pode apresentar-se de várias formas na mamografia, seja na forma de nódulo, calcificações ou de assimetria de densidade do tecido mamário, e por vezes seus sinais são inespecíficos ou indiretos, daí a importância da avaliação das imagens por médico especializado na área específica do estudo das mamas.

O exame mamográfico também é realizado em pacientes com próteses de silicone, sendo que estas pacientes devem submeter-se ao exame com a mesma periodicidade que pacientes sem prótese, com a finalidade de rastrear sinais iniciais do câncer de mama.

Para a realização da mamografia nestas pacientes existe técnica específica que permite a exposição da maior parte da mama, evitando que parte do parênquima mamário fique obscurecido pela prótese. Além disso, cuidados especiais são dedicados durante o exame para evitar excesso de compressão sobre as próteses.

Também a ultra-sonografia ou ecografia mamária desempenha papel importante na detecção do câncer de mama. É considerada principal método complementar da mamografia e pode acrescentar informações fundamentais para o diagnóstico do câncer.

Sua principal atuação se relaciona à capacidade em definir a natureza sólida ou cística de um nódulo inicialmente identificado na mamografia, o que permite a instituição de condutas mais adequadas e por vezes menos invasivas frente aos nódulos mamários.

No entanto, a contribuição da ultra-sonografia pode ser relevante em outros casos, como, por exemplo: 1º Método de escolha na avaliação inicial de nódulo/massa palpável, com uma maior eficácia na detecção de alterações no tecido mamário que a mamografia nestes casos; 2º Permite melhor avaliação da integridade das próteses mamária, além de auxiliar a mamografia na visualização do tecido mamário que pode ficar obscurecido pela prótese; 3º Auxilia no direcionamento de procedimentos diagnósticos, como biópsias e agulhamentos pré-cirúrgicos e 4º Pode ser utilizado no pré-operatório de pacientes com tumor de mama já diagnosticado, permitindo melhor avaliação do restante do tecido mamário, na busca de outros focos da doença, o que, em caso positivo, muda a conduta terapêutica.

É considerado ainda, método de escolha em pacientes assintomáticas de idade inferior a 35 anos e que apresentem fatores de risco relacionados ao câncer de mama, principalmente quando existem casos de câncer de mama em familiar em primeiro grau.

Tanto a mamografia quanto a ultra-sonografia têm contribuído eficazmente no acesso às lesões mamárias com o intuito de obter amostras de tecido para avaliação anatomopatológica, e que é denominada biópsia. Antes do advento destes exames, a biópsia cirúrgica era o único recurso para a elucidação diagnóstica de qualquer alteração mamária.

Dentre os procedimentos diagnósticos que podem ser realizados para avaliação de uma lesão mamária citam-se: a punção aspirativa por agulha fina, a biópsia percutânea por agulha grossa (Core-biopsy), a biópsia percutânea vácuo-assistida (Mamotomia) e o agulhamento pré-cirúrgico.

Na maioria das vezes estes procedimentos são realizados com intuito diagnóstico, e só em casos específicos com o intuito terapêutico, ou seja, de tratamento. É o caso da punção aspirativa de cistos e a drenagem de hematoma ou de abscesso, por exemplo.

Os procedimentos podem ser dirigidos tanto pela mamografia quanto pela ultra-sonografia, e a indicação do método que irá direcionar o processo deve ser efetuada após o estudo criterioso dos exames, com análise do tipo e da posição da lesão na mama.

No caso da biópsia percutânea (Core-biopsy), utiliza-se um equipamento acoplado a uma agulha de grosso calibre que dirigido pela mamografia (estereotaxia) ou pela ultra-sonografia, alcança a área a ser investigada, retirando pequenos fragmentos que representam amostras do tecido, que irão ser avaliados pelo médico patologista para o seu diagnóstico definitivo.

A utilização destes procedimentos, tanto a punção aspirativa quanto a biópsia por fragmento (Core-biopsy), têm possibilitado o acompanhamento dos nódulos que resultam benignos no estudo anatomopatológico por métodos de imagem (mamografia ou ultra-sonografia), por vezes tornando desnecessária a sua remoção cirúrgica.

Por outro lado, em lesões malignas, o conhecimento do tipo histológico tumoral é de relevância no planejamento cirúrgico e no restante do tratamento a ser instituído para a doença.

Porém, apesar do avanço tecnológico, a mamografia não detecta entre 10 a 20% dos cânceres de mama, seja por fatores inerentes ao tipo da mama da paciente (mamas com intenso predomínio fibroglandular, por exemplo, dificulta a visualização de nódulos) ou por fatores próprios do tipo tumoral que pode manifestar-se por sinais indiretos, de difícil identificação nos exames.

Baseado nisso, intensos esforços têm sido direcionados para o aprimoramento e desenvolvimento de novas técnicas que possam ampliar o número de pacientes beneficiadas com o diagnóstico precoce da doença.

A Ressonância Magnética tem-se mostrado método promissor no diagnóstico do câncer de mama e já tem sido utilizada como complemento da mamografia e da ultra-sonografia em casos duvidosos, demonstrando alta resolutividade. O tumor maligno da mama tem características peculiares na forma de captação do contraste utilizado na Ressonância Magnética, o que permite sua distinção de lesão benigna com alto índice de confiabilidade.

No entanto, deve ser salientado que os achados identificados nos diferentes métodos de imagem (Mamografia, Ultra-sonografia e Ressonância mamária) devem ser analisados, sempre que possível, em conjunto para a conclusão final de uma hipótese diagnóstica, e, até o momento, a ressonância mamária não tem sido indicada como exame de rastreamento para o câncer de mama, exceto em casos extremos, como em pacientes que apresentem risco comprovado para doença por alteração genética previamente identificada em exames específicos.

O método também tem sido utilizado no acompanhamento de pacientes submetidas a tratamento conservador para o câncer de mama (quadrantectomia) na busca de lesão recorrente e é considerado método de escolha na avaliação da integridade das próteses de silicone, quando existe suspeita de ruptura não esclarecida nos exames de mamografia ou de ultra-sonografia.

Embora as estatísticas mundiais apontem para uma aumento na incidência da doença, o desenvolvimento de técnicas diagnósticas específicas, com possibilidade de detecção do câncer em sua fase inicial, associado aos avanços no campo da terapêutica, tem proporcionado maiores chances de cura e aumento na sobrevida da paciente.

As já difundidas técnicas de tratamento conservador, sem necessidade de amputação da mama e a reconstrução cirúrgica da mama em pacientes onde a mastectomia se faz necessária, têm restaurado a auto-estima da paciente, o que repercute positivamente na evolução da doença por melhorar a aceitação do tratamento.

No entanto, para que se possa dispor de todas as vantagens do tratamento mais conservador, é necessário que o diagnóstico da doença seja feito em seu estágio mais precoce, preferencialmente antes do tumor tornar-se palpável, e, nestes casos, a mamografia realizada rotineiramente aumenta as chances de sua detecção.

Portanto, a principal contribuição das pacientes na melhoria do quadro atual da doença, é a inclusão do exame mamográfico anual na sua rotina de prevenção de doenças para que sinais do câncer mamário sejam identificados precocemente e medidas terapêuticas sejam instituídas o mais breve possível, reduzindo a mortalidade pela doença.

Não se deve esquecer ainda da importância do auto-exame das mamas que deve ser realizado mensalmente, para que, diante da identificação de qualquer alteração, o médico seja acionado para esclarecimento, visando o diagnóstico da doença, seja pelo exame clínico, por biópsia ou por exames de imagem.

Ultrassonografia

São equipamentos de tecnologia de ponta, sendo com doppler colorido, que realizam todos os tipos de exame: abdome, pélvica trans-vaginal, pélvica ginecológica, próstata, mama, obstétrica, urológica, tireóide, vascular, músculo-esquelética, transfontanela e outros...

Este exame utiliza ondas sonoras de alta freqüência, o ultrassom, para obter imagens que possibilitam o estudo da anatomia e a identificação de doenças em vários órgãos do corpo humano. A ultrassonografia é um método seguro, pois as ondas sonoras não promovem nenhum tipo de agressão as células do corpo humano. Por isso, mulheres grávidas e crianças podem ser submetidos a exames repetidos sem que exista aumento do risco para estes pacientes. É uma modalidade de exame que não utiliza radiação ionizante.

Radiologia Odontológica Digital

Dentascan

Tomografia computadorizada que consiste na aquisição por cortes axiais de imagens de tecidos duros e moles que possibilita a interpretação tridimensional da região de interesse por meio de conjuntos de cortes, eliminando a sobreposição de imagens.

Esta modalidade diagnóstica tem muitas aplicações na Odontologia, podendo ser usada na identificação e localização de processos patológicos, trauma facial, avaliação dos seios paranasais, componentes ósseos da articulação temporomandibular e avaliação pré-cirúrgica na instalação de implantes.

Documentação Ortodôntica

Consiste no conjunto de exames (radiografias, fotografias intra e extra-bucais, modelos em gesso das arcadas dentárias, e análises cefalométricas) com objetivo de proporcionar uma visão abrangente do paciente, possibiltando diagnóstico e planejamento do caso inicial com maior detalhamento.

As documentações ortodônticas contém traçados e análises computadorizados que permitem a marcação dos pontos diretamente sobre as radiografias digitais, resultando em maior precisão.

É possível realizar radiografias das mãos para avaliar crescimento ósseo e previsão de crescimento e análises dos modelos ortodônticos.

Radiografia Periapical

É indicada para estudos individuais ou de grupos de dentes, proporcionando através de uma imagem bi-dimensional um visão da anatomia dentária (coroa e raiz) e das estruturas que circundam o dente (espaço articular, osso alveolar e demais estruturas anatômicas).

Interproximal

Também chamada de “Bite-wing”, que possibilita a visualização das coroas na região de pré-molares e molares, tendo como principais indicações:

  • Diagnóstico ou detecção de cáries.
  • Acompanhamento da progressão das cáries.
  • Avaliação das restaurações e próteses instaladas (contornos marginais).
  • Avaliação do periodonto.

Radiografia Panoramica

É uma radiografia que nos dá uma visão geral dos maxilares em uma só tomada, sendo utilizada em todas as especialidades

Tele Radiografia Lateral

Este procedimento é empregado principalmente na ortodontia e cirurgia maxilofacial. Sobre esta incidência são realizadas análises cefalométricas onde avalia-se o padrão dento-esqueletico- facial e o crescimento do crânio e da face.

Tomografia Computadorizada

INDICAÇÕES

A tomografia computadorizada é um recurso utilizado em medicina para o diagnóstico das patologias de todo os segmentos do corpo humano.

Inicialmente utilizada, em 1973, apenas para doenças do crânio, posteriormente, em 1976, passou a ter sua utilização também nas patologias do tórax, abdômen, membros e coluna. No crânio, podem ser feitos exames especiais para as doenças do encéfalo (cérebro, cerebelo e tronco encefálico), das órbitas, ouvidos (externos, médios e internos), seios da face, base do crânio e sela túrcica (com especial ênfase para a glândula hipófise), cobrindo todas as solicitações das especialidades médicas inerentes a patologias associadas a estes segmentos anatômicos.

No tórax, avalia-se, através da TC, as doenças dos pulmões, mediastino, o arcabouço costal e os grandes vasos (particularmente a artéria aorta torácica). No abdômen e pelve, são pesquisadas as doenças dos rins, fígado, baço, pâncreas, cadeia linfática, anexos ovarianos, útero, bexiga, próstata e as grandes artérias, particularmente a aorta abdominal, renais e ilíacas.

Nos membros superiores e inferiores, buscando-se as patologias ósseas, propriamente ditas, e as doenças das articulações e da musculatura. Doenças arteriais dos membros inferiores podem também ser investigadas. No pescoço, pode-se investigar doenças arteriais, musculatura, cadeia ganglionar, glândulas e, em particular, a tireóide.

Com relação a coluna vertebral, pode-se fazer exames da coluna cervical, torácica, lombar e sacro-coccígea, para a pesquisa de lesões ósseas, articulares, radiculares (em particular hérnias de disco) e da própria medula espinhal.

POSICIONAMENTO DO PACIENTE

O paciente a ser examinado deve permanecer deitado na posição supina sobre o leito ajustável, com a parte de seu corpo a ser examinada colocada dentro do orifício central da unidade de varredura. Um feixe de luz laser ajuda no adequado posicionamento. Os níveis e angulações dos cortes tomográficos são escolhidos de acordo com a necessidade de cada exame.

USO DO CONTRASTE

As experiências iniciais de Ambrose revelaram que muitas lesões cerebrais eram melhor visualizadas pela tomografia computadorizada após a administração endovenosa de contrastes iodados. Isso é resultado de uma aumento dos valores de atenuação da lesão devido ao acúmulo de contraste pela mesma, quer pela neovascularização àquele nível quer pela quebra da barreira tecidual decorrente da patologia básica. Diferentes meios de contrastes com dosagens específicas para cada tipo em particular têm sido utilizados.

O bom resultado do exame contrastado depende do nível plasmático de iodo durante o exame, sendo esse nível razão direta da quantidade de contraste recebida. Por isso mesmo é que a dose a ser ministrada baseia-se no peso corporal do paciente, sendo necessária a manutenção de 40 mg de iodo por 100 ml de plasma para uma boa diferenciação das áreas lesadas em relação aos tecidos normais situados ao redor. Norman, após estudos comparativos, concluiu que, para alcançar tais valores e iodo plasmático, é necessário que o paciente adulto receba, em média, de 28 a 42 g de iodo total. Níveis de iodo abaixo do limite inferior acima mencionado não oferecem bons exames contrastados.

O serviço deve estar preparado para as eventuais ocorrências secundárias ao uso de compostos iodados. Os contrastes mais seguros são do tipo não-iônico, sendo estes os mais utilizados nos serviços de diagnósticos por imagem de todo o mundo.

Densitometria Óssea

A Densitometria Óssea é um excelente exame que utiliza uma fonte de raios-X através de uma técnica específica e um computador que é capaz de fazer a avaliação da densidade mineral óssea (DMO) com consequente predição do risco de fratura e determinar o tipo de intervenção a ser feito. Tem objetivo de diagnosticar precocemente a osteoporose com análise do fêmur, coluna lombar e/ou antebraço. Além da composição corporal total, incluindo proporção massa muscular/gordura.

Atualmente, é considerado método padrão “ouro” para identificação de indivíduos com osteoporose, pois o erro de precisão é de 1 a 2 %. Por conseguinte, influencia diretamente na identificação dos indivíduos candidatos a intervenção terapêutica, aumentado a aceitação e aderência desta, possibilitando também, ao longo do tempo, a avaliação das mudanças da massa óssea e avaliação quanto a evolução natural da doença. Sendo um método não invasivo e de fácil e rápida execução, a Densitometria Óssea ocupa um importante espaço nos métodos auxiliares diagnósticos.

A radiação necessária para a realização do exame é mínima e, quando comparada àquela utilizada para um exame de raio-X de tórax por exemplo, chega a ser 10 vezes menor. Quando nos distanciamos 1 metro da fonte que gera os raios-X, ela pode ser considerada praticamente desprezível.

INDICAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DO EXAME

1º ­ Todas as mulheres de 65 anos ou mais.
2º ­ Mulheres com deficiência estrogênica com menos de 45 anos.
3º ­ Mulheres na peri e pós-menopausa com fatores de risco associados (fratura prévia, idade avançada, história familiar de osteoporose, tratamento com corticóides, raça branca, menopausa precoce, tabagismo, alcoolismo, sedentarismo, dieta pobre em cálcio, doenças que induzem perda de massa óssea, medicamentos que alteram a massa óssea e outros).
4º ­ Mulheres com ausência de menstruação por mais de 1 ano (amenorréia secundária)
5º ­ Todos os indivíduos com evidências radiológicas de osteopenia (redução da mineralização óssea) ou fraturas vertebrais.
6º ­ Indivíduos que apresentam perda da estatura (maior que 2,5 cm) ou hipercifose torácica (deformidade torácica).
7º ­ Homens com 70 anos ou mais.
8º ­ Indivíduos em uso de corticosteróides por 3 meses ou mais.
9º ­ Mulheres com índice de massa corporal abaixo de 19 Kg/m2.
10º ­ Portadoras de doenças, ou uso de medicações, associadas à perda de massa óssea.
11º ­ Para monitoramento de mudanças de massa óssea decorrentes da evolução da doença e dos diferentes tratamentos disponíveis.
12º ­ Todos os indivíduos que tenham sofrido fratura por trauma mínimo ou atraumática.

COMO FUNCIONA O EXAME

O paciente é deitado de costas em uma mesa fixa, de onde serão emitidos os raios X. Será feita uma “varredura” através de um braço leitor (cursor) que caminhará sobre a área óssea de interesse e sem tocar no paciente o qual não sentirá nenhum tipo de dor e apenas ouvirá um ruído relativo à movimentação do cursor. O cursor capta a radiação que é então enviada a um computador que realiza a interpretação dos dados. Em média, o exame demora 20 minutos, sendo habitualmente avaliado 2 locais ósseos distintos.

ALGUMAS PERGUNTAS E RESPOSTAS:

Qual o período médio indicado para realização de um novo exame?

Em geral, recomenda-se estudos com intervalos mínimos de 12 a 24 meses.

Gestantes podem realizar o exame?

Não. Está contra-indicado realização deste exame em casos de gravidez ou suspeita.

Portadores de prótese de fêmur podem realizar o exame?

Sim. Caso unilateral, utiliza-se o lado oposto. Caso tenha prótese bilateral, substitui-se a medida para outro local.

Em casos de cirurgias de colunas com colocação de placas e/ou parafusos?

Quando a área é pequena, pode ser feita e medida em outro segmento da coluna vertebral. Caso o material interfira na análise, utiliza-se outro segmento anatômico como opção, por exemplo, o rádio distal.

Há algum cuidado antes de realizar o exame?

Sim. Caso utilize cálcio, este deve ser suspenso pelo menos 24 horas antes do exame. E na realização prévia de exames que requerem uso de contrastes iodados ou com bários, recomenda-se que aguarde 2 semanas para a Densitometria.

RESULTADOS

Serão avaliados de acordo com seu histórico, previamente anotado no dia do exame. As imagens, interpretadas através de gráficos e medidas realizadas pelo aparelho, fornecerão subsídios para se chegar ao diagnóstico preciso de sua Densidade Mineral Óssea.

De acordo com sua história clínica, sintomas e outros exames, seu médico irá indicar, se necessário, qual opção terapêutica mais adequada para seu caso.

Radiologia Digital

O Raio X é um exame que extrai imagens de qualquer parte do corpo por meio do uso de raios-x. É utilizado com frequência como método inicial na avaliação de várias patologias, pois permite a avaliação anatômica e funcional dos sistemas e aparelhos do organismo humano.

Como Funciona

A radiação sai do equipamento de raio x, atravessa o corpo do paciente e penetra o filme radiográfico formando as imagens, que depois serão analisadas pelo médico.

O que identifica

  1. A Radiologia Geral ou de Raio X identifica, entre outras coisas:
    • Fraturas ósseas
    • Tumores ósseos
    • Distúrbios de crescimento e postura
    • Possibilita o estudo das articulações/artrose
    • Pneumonia
    • Nódulos pulmonares
    • Derrames pleurais
    • Sinusites
    • Acompanhamento da idade óssea

Preparos Especiais

  1. O paciente deverá retirar da região a ser radiografada acessórios de metal como:
    • Brincos
    • Broches
    • Anéis
    • Correntes
    • Pulseiras
    • Moedas e outros objetos

Durante o Exame

O exame é tranquilo, rápido e indolor. Antes de sua realização o paciente veste uma roupa apropriada para depois ser posicionado na mesa de exames pelo técnico de radiologia. O paciente não sente nada e na maioria dos casos as posições são cômodas. O tempo médio de realização do exame é de 10 minutos.

Contra-indicações

A Radiologia Geral ou Raio- X é contra-indicado para pacientes grávidas.

Como devo me preparar para um exame?

Muitos exames radiológicos requerem um preparo do paciente antes de sua realização. O objetivo deste preparo é garantir que o estudo seja realizado da maneira mais eficaz e segura possível.

Não interrompa o uso de qualquer medicamento usado regularmente; em caso de diabetes, diarréia ou vômitos, consulte a nossa Central de Atendimento (65)3311-2000.

Exames de Raios-X realizados na Doyon

Exames radiológicos simples:

  • Crânio
  • Seios da Face
  • Mastóides
  • Coluna Cervical
  • Coluna Torácica
  • Coluna lombo-sacra
  • Tórax
  • Abdômen
  • Articulações coxo-femorais
  • Pé, Joelho
  • Mão, punho, cotovelo, ombros
  • Ossos dos membros superiores e inferiores

 

Exames radiológicos contrastados:

  • Esofago
  • Estômago
  • Intestino
  • Rins
  • Fígado
  • Histero-salpingografia

Marcação do exame

A marcação do exame poderá ser feita por telefone (65) 3311-2000 ou pessoalmente, na recepção da clínica.

Tipos de Exames

Você receberá orientações, de acordo com a região do corpo a ser examinada. Siga corretamente estas instruções e compareça à clínica com a antecedência solicitada pelas recepcionistas.

 

Dúvidas Comuns

Com que antecedência precisa ligar para marcar meu exame?

Na maior parte dos casos, os exames são agendados para o dia seguinte, dependendo da disponibilidade. Alguns exames requerem um preparo prévio de até três dias. Exames de urgência/emergência são feitos o mais rapidamente possível.

Quanto tempo o resultado leva para sair?

Exames radiológicos convencionais são entregues em, no máximo, 24 horas.

Porque é importante trazer exames anteriores?

Para que o médico radiologista possa fazer um relatório evolutivo da doença que motivou o pedido dos exames, ajudando o seu médico no tratamento.

Doppler Colorido

Ultrassom para estudos das doenças vasculares.

Doppler Colorido

Doppler arterial de menbro inferior e superior

Doppler de aorta e artérias renais

Doppler de aorta e ilíacas

Doppler de órgãos e estrutura isolada

Doppler de vasos cervicais e arteriais (carótidas e vertebrais)

Doppler de vasos cervicais e venosos (subclávias e jugulares)

Doppler venosos de membros inferior e/ou superior

Doppler artéria renal

Orientações / Preparo

Preparo paciente adulto: dia anterior do exame tomar 2 compridos de Dulcolax e 20 gotas de luftal meia hora após o jantar. No dia do exame vir em jejum absoluto e com a bexiga cheia (não urinar pela manhã).

Punções e Biópsias

São procedimentos adicionais que ajudam no esclarecimento e determinação de benignidade/malignidade de lesões.

Urografia Excretora

Fornecem informações anatômicas adicionais e podem mostrar a característica de uma massa tumoral.

Peso acima de 30 kg – Claritin 10ml

Peso abaixo de 30kg - Claritin 5ml

Preparo paciente adulto :

Antevéspera do exame:

  • tomar 1 comprimido de Claritin às 8 horas;
  • tomar 1 comprimido de Talerc 10mg às 8:30;
  • tomar 1 comprimido de Claritin às 20 horas;
  • tomar 1 comprimido de Talerc 10mg às 20:30;

 

Véspera do exame:

  • tomar 1 comprimido de Claritin às 8 horas;
  • tomar 1 comprimido de Talerc 10mg às 8:30;
  • tomar 1 comprimido de Claritin às 20 horas;
  • tomar 1 comprimido de Talerc 10mg às 20:30;
  • tomar 20 gotas de Luftal às 7:30 e as 23 horas;
  • tomar 3 coprimidos de Ducolax às 18 horas;

 

Dia do exame:

  • tomar 1 comprimido de Claritin às 7:30 horas;
  • tomar 1 comprimido de Talerc 10mg às7:30;
  • vir em jejum absoluto (até mesmo de água);

 

Atenção: Pacientes com bloquite, problemas cardíacos, alergias e diabetes, pressão alta ou idade menor há 11 anos, entrar em contato com a clinica antes de começar o preparo. 

 

Punções e Biópsias Mamária Percutânea por Agulha Fina

Realizada para aspiração de lesões císticas ou sólidas.

O material aspirado será enviado em uma seringa ou fixado em lâminas para analise citológica em laboratório.

Corpo Clínico

Contamos com um time de grande experiência e altamente qualificado para atender nossos pacientes com a excelência merecida.

Dr Luiz Carlos Flores Medina

  • Graduação pela Universidade Federal de Santa Maria-RS
  • Especialização de dois anos em serviço de Radiologia do Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo em Santa Maria-RS
  • Especialização de um ano em ultrassonografia no Instituto de Radiodiagnóstico Carlos Gama em Santa Maria-RS
  • Residência médica em Ressonância Nuclear Magnética e Tomografia Axial Computadorizada no Centre Hospitalier Universitaire Bicetre, em Paris na França.
  • Diploma Pós Universitário de Imagem por Ressonância Magnética, Maxilo-Facial e Otorrinolaringologia na Universidade Paris/Sul em Paris-França
  • Título de especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem pelo CBR/AMB
  • Certificado de atuação na área de Densitometria Óssea
    CRM/MT 3669

  • Dr Jefferson Ricardo Marques

  • Graduação pela faculdade de Medicina de Marília – FAMEMA
  • Residência médica em radiologia e diagnóstico por imagem no hospital das clínicas da Faculdade de Medicina da USP – São Paulo
  • Pós-graduação em radiologia intervencionista e radiologia de emergência no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP – São Paulo
  • Título de especialista em radiologia em diagnóstico por imagem pelo colégio brasileiro de radiologia.
    CRM/MT 6152

  • Dr Márcio Leandro Nomura

  • Graduação pela faculdade de Medicina de Marília/SP (FAMEMA).
  • Residência em radiologia e diagnóstico por imagem na mesma faculdade.
  • Pós-graduação em Ressonância Magnética no Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (INRAD-FMUSP).
    CRM/MT 5528

  • Dr Ricardo Antônio Gonsales

  • Graduação pela faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA).
  • Residência médica em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, no Hospital de Marília/SP, reconhecida pela Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR).
  • Capacitação e treinamento em Ressonância Magnética realizado no Hospital de Base da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto/SP.
  • Pós-Graduação no Serviço de Ressonância Magnética, do Hospital da Beneficência Portuguesa em São Paulo.
    CRM/MT 5520

  • Dra Áurea Akemi Azeka Nomura - Cirurgiã Dentista

  • Graduação em Odontologia - UNESP – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” Campus de Araçatuba-SP
  • Pós-graduação Latu Sensu em “Radiologia e Imaginologia Dento-Maxilo-Facial e Estomatologia” – Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic – Campinas – SP
  • Pós-graduação Latu Sensu em “Didática do Ensino Superior” – EAD Pitágoras Professora de Odontologia da Faculdade UNIC Tangará Sul.
    CRO-MT 4759

  • Unidades de Atendimento

    A Doyon conta com unidades de apoio e filiais para ampliar sua atuação e oferecer mais conveniência aos seus clientes.

    Matriz

    AV. PRESIDENTE TANCREDO DE ALMEIDA NEVES, 945-W

    BAIRRO JARDIM DO LAGO

    TANGARÁ DA SERRA/MT

    Fone/Fax: (65) 3311.2000

    Email: doyon@doyon.com.br

    Unidade Hospital Santa Ângela

    Rua Júlio M. Benevides, nº 62-E

    Centro

    Tangará da Serra - MT

    Fone/Fax: (65) 3326-9277

    Email: doyon@doyon.com.br

     



    Unidade Hospital das Clínicas

    Av. Mato Grosso, nº 126-W

    Centro

    Tangará da Serra - MT

    Fone/Fax: (65) 3339-1543

    Email: doyon@doyon.com.br

    Unidade Doyon Clínica da Criança - Filial

    Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 480N
    Bairro Centro
    Tangará da Serra, MT

    Unidade Doyon Evidencia - Filial

    Rua Ismael Jose do Nascimento, Nº 300 W
    Bairro Parque das Mansões
    Tangará da Serra, MT

    Convênios

    Convênios atualmente aceitos pela clínica:

    Contato

    Central de atendimento:
    (65) 3311-2000
    E-mail: doyon@doyon.com.br
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